As Pesquisas Quaest Brasil, frequentemente encomendadas pela Genial Investimentos, são levantamentos de opinião pública que abordam temas políticos e sociais no Brasil, incluindo intenções de voto, avaliação governamental e percepção econômica. Utilizando metodologia rigorosa, essas pesquisas fornecem um panorama do cenário político, com foco nas eleições presidenciais de 2026, onde o presidente Lula mantém a liderança, mas enfrenta um cenário de aprovação governamental em empate técnico. Candidatos da oposição, como Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, buscam consolidar suas posições, com Tarcísio mostrando-se o mais competitivo em um eventual segundo turno contra Lula.
As Pesquisas Quaest Brasil referem-se aos levantamentos de opinião pública realizados pela empresa Quaest Consultoria e Pesquisa, frequentemente encomendados pela Genial Investimentos. Essas pesquisas abordam uma variedade de temas políticos e sociais no Brasil, incluindo intenções de voto para eleições presidenciais, avaliação de governo, percepção econômica, opiniões sobre políticas públicas e questões institucionais. Além dos cenários eleitorais e aprovação governamental, os levantamentos também se aprofundam em indicadores econômicos como a percepção sobre o preço dos alimentos, poder de compra e facilidade de conseguir emprego. Os levantamentos são conduzidos com uma metodologia que inclui entrevistas com um número significativo de eleitores, margem de erro e nível de confiança definidos, visando retratar o cenário político e social do país. Além das pesquisas da Quaest, outros institutos como a Paraná Pesquisas também contribuem para o panorama eleitoral, analisando cenários e o desempenho de candidatos. Recentemente, as pesquisas têm focado na dinâmica da eleição presidencial de 2026, com o presidente Lula mantendo a liderança em cenários de primeiro e segundo turno, enquanto candidatos da oposição como Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas buscam consolidar suas posições e reduzir a vantagem do atual presidente.
A pesquisa Quaest/Genial Investimentos divulgada em 14 de janeiro de 2026, a primeira do ano eleitoral, reforçou a liderança de Lula (PT) em todos os cenários de 1º e 2º turno. No entanto, a avaliação do governo Lula permaneceu em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação, um cenário estável desde outubro de 2025. Entre os eleitores independentes, a desaprovação do governo Lula atingiu 53%, contra 38% de aprovação. A pesquisa também indicou que a maioria dos entrevistados (56%) acredita que Lula não merece um novo mandato, enquanto 40% pensam o contrário. Apesar disso, a polarização com a família Bolsonaro pode favorecer o atual presidente, já que 46% dos entrevistados temem o retorno da família Bolsonaro ao poder. Flávio Bolsonaro (PL) se consolidou como o segundo colocado em diversos cenários de 1º turno, ganhando força inclusive entre a direita não bolsonarista. A percepção de que sua candidatura é para valer aumentou para 54%, e a decisão de Jair Bolsonaro em indicá-lo foi considerada acertada por 43% dos brasileiros. A rejeição de Flávio, embora ainda alta, diminuiu de 60% para 55%. Tarcísio de Freitas (Republicanos) mostrou-se o candidato mais competitivo da oposição em um eventual 2º turno contra Lula, reduzindo a diferença para apenas cinco pontos percentuais (Lula com 44% e Tarcísio com 39%). A pesquisa também apontou que 56% dos entrevistados acreditam que Lula vencerá se o candidato da oposição for da família Bolsonaro, mas se a disputa for contra um nome não bolsonarista, o cenário se torna mais equilibrado, com 45% apostando em Lula e 43% na oposição. A percepção pública sobre a continuidade do governo Lula e o retorno da família Bolsonaro ao poder também são temas recorrentes. Em janeiro de 2026, a Quaest indicou que a maioria dos entrevistados (54%) acredita que Flávio Bolsonaro levará sua candidatura presidencial até o fim, um aumento em relação à pesquisa anterior. Além disso, a aprovação do governo Lula registrou 47%, com 49% de desaprovação. Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, contestou os resultados da pesquisa Quaest de janeiro de 2026, que apontou uma vantagem de 13 pontos percentuais para Lula, afirmando que o "resultado ainda não reflete bem a realidade". Em fevereiro de 2026, Flávio Bolsonaro reiterou sua crença de que em breve estará à frente de Lula nas pesquisas, criticando o presidente como um "produto vencido" e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por sua gestão econômica.
A Quaest Consultoria e Pesquisa é uma empresa brasileira especializada em pesquisa de opinião pública, mercado e inteligência estratégica. Suas pesquisas políticas ganharam destaque, especialmente em períodos eleitorais e na avaliação contínua de governos e instituições. A parceria com a Genial Investimentos para a divulgação de levantamentos periódicos tem sido uma constante, fornecendo dados para análise do cenário político nacional e econômico. O mercado financeiro também acompanha de perto esses levantamentos, reagindo a cenários políticos, como a sucessão presidencial, e a indicadores econômicos. A evolução dos cenários eleitorais, com a consolidação de nomes da oposição e a manutenção da liderança do presidente em exercício, demonstra a relevância contínua dessas pesquisas para a compreensão do panorama político brasileiro, assim como a análise da percepção econômica da população, que influencia diretamente o humor social e político. A percepção sobre a seriedade das candidaturas, como a de Flávio Bolsonaro, e a avaliação das escolhas políticas de figuras como Jair Bolsonaro, são elementos constantemente monitorados pelos levantamentos da Quaest, refletindo a dinâmica e as expectativas do eleitorado. A reação de candidatos, como Flávio Bolsonaro, aos resultados das pesquisas também se torna parte do contexto político, evidenciando a importância desses levantamentos na narrativa eleitoral. Flávio Bolsonaro tem utilizado as tendências das pesquisas para projetar sua ascensão e criticar a gestão atual, buscando fortalecer sua posição como principal nome da oposição.
Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada em 15 de fevereiro de 2026 revelou que a maioria dos brasileiros confia nas urnas eletrônicas, com 53% dos entrevistados considerando-as confiáveis, enquanto 43% discordam. Outros 1% não concordam nem discordam e 3% não souberam ou não responderam. A confiança varia significativamente entre diferentes grupos demográficos e políticos. Regionalmente, o Nordeste apresenta o maior índice de confiança (59%), seguido pelo Sudeste (54%). No Sul, há um empate técnico (48% confiam, 48% desconfiam), e no Centro-Oeste/Norte, a desconfiança é ligeiramente maior (48% desconfiam, 47% confiam). Eleitores mais jovens, entre 16 e 34 anos, demonstram maior confiança (57%). Por religião, 57% dos católicos confiam nas urnas, em contraste com 44% dos evangélicos. A polarização política é um fator determinante: 75% dos eleitores de Lula no segundo turno de 2022 confiam nas urnas, enquanto apenas 26% dos eleitores de Jair Bolsonaro compartilham dessa confiança. Entre os que se identificam como bolsonaristas, 77% desconfiam das urnas, ao passo que 78% dos lulistas confiam.
14 de jan, 2026
19 de dez, 2025
16 de dez, 2025
16 de dez, 2025