O governo Trump iniciou uma investida federal sem precedentes no mecanismo e na condução das eleições nos Estados Unidos, buscando registros confidenciais e questionando a integridade do processo eleitoral em diversos estados. Agentes federais do Departamento de Segurança Interna (DHS) solicitaram acesso a registros de eleitores e históricos de votação em Ohio, sob o pretexto de uma "investigação" urgente. Ações semelhantes foram observadas em pelo menos outros sete estados, onde funcionários do governo Trump buscam registros, pressionam por acesso a equipamentos de votação e reexaminam casos de fraude eleitoral já rejeitados por tribunais.
O presidente Trump tem expressado abertamente seu desejo de expandir a autoridade federal sobre as eleições, propondo medidas como a exigência de prova de cidadania para votar e expurgos agressivos nas listas de eleitores. Embora a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, afirme que o objetivo é garantir a confiança na administração das eleições e combater o voto de não-cidadãos, autoridades eleitorais locais expressam preocupação com a interferência federal. Especialistas alertam que, embora a anulação de eleições não seja provável, as tentativas de subversão podem ocorrer em jurisdições com disputas eleitorais acirradas.
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