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PT aprova manifesto com reeleição de Lula em 2026 como foco central

O Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou um manifesto em seu Congresso Nacional, definindo a reeleição do presidente Lula em 2026 como a principal estratégia política e buscando aproximação com o centro.

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Foto: G1 Política
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26/04 às 13:01 · atualizado 18:02

Pontos principais

  • O PT aprovou o manifesto "Construindo o futuro" durante seu Congresso Nacional, estabelecendo a reeleição de Lula em 2026 como eixo central.
  • O documento faz um balanço positivo do atual governo e propõe sete reformas decisivas, incluindo agrária e de comunicação.
  • Lula não compareceu ao evento por questões médicas, mas acompanhou a elaboração do documento e teve um discurso transmitido.
  • O manifesto busca atrair o centro político e compara as gestões de Lula e Bolsonaro, sendo mais sucinto e evitando polêmicas.
  • O documento também defende a transição geracional e a equidade de gênero dentro do partido.

O Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou um manifesto em seu Congresso Nacional, estabelecendo a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026 como a principal estratégia política do partido. O documento, intitulado "Construindo o futuro", define essa meta como o eixo central da tática política do PT, apesar da ausência de Lula no evento devido à recuperação de procedimentos médicos. O presidente, no entanto, leu todas as versões do manifesto e teve um discurso transmitido no congresso.

O manifesto faz um balanço positivo do atual mandato de Lula, classificando-o como o governo com "mais entregas da história" e defendendo a vitória em 2026 como crucial para a democracia. O PT propõe sete reformas decisivas, incluindo política, tributária, tecnológica, judiciária, administrativa, agrária e de comunicação, além de abordar pautas sociais como redução da jornada de trabalho e tarifa zero na mobilidade urbana. O documento, aprovado por unanimidade, também busca atrair o centro político, compara as gestões de Lula e Bolsonaro, e defende a transição geracional e a equidade de gênero dentro do partido, sendo mais sucinto e evitando polêmicas como a reforma do sistema financeiro.

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