A Igreja Católica tem demonstrado uma mudança notável em sua abordagem sobre conflitos, com papas modernos reinterpretando a tradicional doutrina da "Guerra Justa". Essa evolução é impulsionada, em grande parte, pelo poder destrutivo das armas modernas, que levanta questões éticas e morais sobre a viabilidade de qualquer conflito ser considerado "justo".
Exemplificando essa nova postura, o Papa Leão criticou abertamente a guerra no Irã, alinhando-se a uma tendência de papas contemporâneos que se posicionam cada vez mais como ativistas da paz. Essa mudança reflete um esforço contínuo para promover a resolução pacífica de disputas e mitigar o sofrimento humano em um cenário global de crescentes tensões.
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