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Papa Leão XIV condena conflitos armados e critica "blasfêmia da guerra"

O Papa Leão XIV condenou veementemente os conflitos armados, especialmente no Irã e no Oriente Médio, criticando a "blasfêmia da guerra" e defendendo o diálogo e a distribuição equitativa de recursos.

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Foto: G1 Mundo
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10/04 às 13:01

Pontos principais

  • O Papa Leão XIV condenou conflitos armados, como o que ocorre no Irã e no Oriente Médio, afirmando que "Deus não abençoa nenhum conflito".
  • Ele declarou que discípulos de Cristo não devem apoiar ações militares e que "nenhuma causa pode justificar o sangue inocente derramado".
  • O pontífice defendeu que a paz e a liberdade são alcançadas através da convivência e do diálogo, não por ações militares.
  • A violência em locais sagrados do "Oriente cristão" foi classificada como "absurda e desumana", profanada pela guerra e pela "brutalidade dos negócios".
  • O Papa enfatizou que nenhum interesse deve ser mais importante que a vida dos mais frágeis, como crianças e famílias.
  • Ele também criticou a desigualdade social global, onde "riquezas desproporcionais permanecem nas mãos de poucos", e pediu uma distribuição mais equitativa dos recursos.

O Papa Leão XIV condenou veementemente os conflitos armados, em particular no Irã e no Oriente Médio, afirmando que "Deus não abençoa nenhum conflito" e criticando o que chamou de "blasfêmia da guerra". O pontífice declarou que os seguidores de Cristo não devem apoiar ações militares, enfatizando que "nenhuma causa pode justificar o sangue inocente derramado". Ele defendeu que a paz e a liberdade são alcançadas por meio do diálogo e da convivência, e não por ações militares.

Leão XIV também classificou a violência em locais sagrados do "Oriente cristão" como "absurda e desumana", profanada pela guerra e pela "brutalidade dos negócios". O Papa ressaltou que a vida dos mais vulneráveis, como crianças e famílias, deve ser prioridade, e criticou a desigualdade social global, onde "riquezas desproporcionais permanecem nas mãos de poucos", apelando por uma distribuição mais justa dos recursos.

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