Grupos de direitos humanos criticam o aparente encerramento do esquema de libertação de prisioneiros na Venezuela, onde centenas de detidos políticos ainda permanecem.

Grupos de direitos humanos manifestaram preocupação com o aparente encerramento do esquema de libertação de prisioneiros na Venezuela. A iniciativa, que havia sido implementada após a aprovação de uma lei de anistia, resultou na soltura de alguns detidos, mas um número significativo ainda permanece encarcerado.
Estima-se que mais de 500 prisioneiros políticos ainda estejam detidos no país, o que gera críticas sobre a efetividade das medidas de anistia e a situação dos direitos humanos na Venezuela. A interrupção do esquema levanta questionamentos sobre o futuro desses detidos e a postura do governo em relação às liberdades civis.
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