O governo da Venezuela iniciou a libertação de 300 detentos, medida que inclui a soltura de três ex-policiais, Héctor Rovaín, Erasmo Bolívar e Luis Molina, que estavam presos há 23 anos devido aos eventos da crise política de 2002. A iniciativa, que contempla prioritariamente idosos e pessoas com problemas de saúde, ocorre em um cenário de intensa pressão internacional sobre o sistema judiciário do país. Embora as autoridades venezuelanas neguem a natureza política das detenções e as classifiquem como crimes comuns, a medida é vista por observadores como uma tentativa de responder a críticas externas sobre direitos humanos. Apesar do anúncio, entidades especializadas denunciam que o regime ainda mantém mais de 400 presos políticos, apontando o caso como um reflexo da falta de independência do Judiciário local e da perseguição a opositores.
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