Governo Lula rejeita estatal Terrabras, mas bancada do PT mantém defesa
O governo Lula decidiu não apoiar a criação da estatal Terrabras para minerais críticos, preferindo incentivar o setor privado, apesar da defesa da proposta pela bancada do PT.
Pontos principais
- O governo Lula rejeitou a proposta de criar a estatal Terrabras para explorar minerais críticos.
- A decisão foi tomada em reunião no Palácio da Alvorada, avaliando que o modelo estatal não é necessário.
- O governo optou por incentivar o setor privado e ajustes regulatórios para o setor de minerais críticos.
- A bancada do PT na Câmara reafirmou sua defesa pela criação da Terrabras, um dia após a posição de Lula.
O governo Lula decidiu não apoiar a criação da estatal "Terrabras" para a exploração de minerais críticos, contrariando uma ala do Partido dos Trabalhadores que defendia a proposta. A decisão foi tomada em uma reunião no Palácio da Alvorada, onde se avaliou que o modelo estatal não seria necessário e poderia gerar entraves para o setor. A proposta da Terrabras era defendida por projetos de lei de deputados como Pedro Uczai (PT-SC) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).
Em vez da estatal, o governo optou por apoiar o relatório do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que foca em instrumentos regulatórios e incentivos ao setor privado. A orientação é sugerir ajustes no texto de Jardim para incorporar estímulos à pesquisa geológica, agregação de valor e sustentabilidade. No entanto, um dia após a posição do presidente, a bancada do PT na Câmara reafirmou sua defesa pela criação da Terrabras, responsável pela exploração de minerais críticos no Brasil. A discussão sobre minerais críticos é crucial devido à crescente demanda global por insumos estratégicos para a transição energética e tecnológica.
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