Um fundo de gestão de ativos do grupo Equilor, parcialmente detido pelo genro do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, obteve lucros significativos ao apostar contra a permanência do líder no poder.

Um fundo de gestão de ativos pertencente ao grupo Equilor, que tem entre seus acionistas o genro do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, obteve lucros substanciais no mercado financeiro. Os ganhos foram gerados por apostas que indicavam uma possível saída de Orban do poder, levantando questionamentos sobre a conduta e a ética envolvidas na operação.
A revelação sugere uma aposta interna contra o próprio governo de Orban, partindo de uma entidade ligada ao círculo familiar do premiê. O incidente ocorre no centro do império financeiro da família Orban e pode gerar repercussões políticas significativas na Hungria, dada a natureza sensível do conflito de interesses.
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