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Galípolo enfrenta pressão do PT após isentar Campos Neto em caso Master

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, está sob forte pressão política do PT e do governo Lula após declarar que investigações internas não apontaram culpa de Roberto Campos Neto no caso Banco Master.

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Foto: InfoMoney
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22/04 às 07:06

Pontos principais

  • Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, enfrenta intensa pressão política do PT e do governo Lula.
  • A pressão surgiu após Galípolo afirmar que investigações internas do BC não encontraram culpa de Roberto Campos Neto no caso Banco Master.
  • A declaração foi mal recebida pelo Planalto, que esperava que Galípolo apontasse responsabilidade da gestão anterior.
  • O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, chamou Galípolo de "traidor" por sua postura técnica.
  • O caso Master envolve a aprovação da aquisição do Banco Máxima em 2019, durante a gestão de Campos Neto.

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, está sob forte pressão política do Partido dos Trabalhadores (PT) e do governo Lula. A situação se intensificou após Galípolo declarar que investigações internas da instituição não encontraram culpa de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no caso envolvendo o Banco Master. Essa afirmação foi recebida com descontentamento pelo Planalto, que esperava que a gestão atual do BC apontasse responsabilidades da administração anterior no escândalo, visando uma estratégia eleitoral.

Líderes petistas, como Pedro Uczai, líder do PT na Câmara, chegaram a chamar Galípolo de "traidor", criticando sua postura técnica em detrimento de uma abordagem política. Internamente no Banco Central, a conduta de Galípolo é vista como correta para preservar a autonomia e a credibilidade da instituição. O caso Banco Master refere-se à aprovação da aquisição do Banco Máxima (atual Master) em 2019, durante a gestão de Campos Neto, após uma negação inicial.

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