O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, está sob forte pressão política do PT e do governo Lula após declarar que investigações internas não apontaram culpa de Roberto Campos Neto no caso Banco Master.

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, está sob forte pressão política do Partido dos Trabalhadores (PT) e do governo Lula. A situação se intensificou após Galípolo declarar que investigações internas da instituição não encontraram culpa de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no caso envolvendo o Banco Master. Essa afirmação foi recebida com descontentamento pelo Planalto, que esperava que a gestão atual do BC apontasse responsabilidades da administração anterior no escândalo, visando uma estratégia eleitoral.
Líderes petistas, como Pedro Uczai, líder do PT na Câmara, chegaram a chamar Galípolo de "traidor", criticando sua postura técnica em detrimento de uma abordagem política. Internamente no Banco Central, a conduta de Galípolo é vista como correta para preservar a autonomia e a credibilidade da instituição. O caso Banco Master refere-se à aprovação da aquisição do Banco Máxima (atual Master) em 2019, durante a gestão de Campos Neto, após uma negação inicial.
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