Galipolo vive maior pressão à frente do BC; ‘Traidor’, diz líder do PT na Câmara
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, enfrenta forte pressão política do PT e do governo Lula após declarar que investigações internas não apontaram culpa de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no caso do Banco Master, gerando acusações de "traidor" por parte de líderes petistas.
|
22/04 às 06:39
Pontos principais
- Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, está sob intensa pressão política do PT e do governo Lula.
- A pressão surgiu após Galípolo afirmar que investigações internas do BC não encontraram culpa de Roberto Campos Neto no caso Banco Master.
- A declaração foi mal recebida pelo Planalto, que busca responsabilizar a gestão Bolsonaro pelo escândalo como estratégia eleitoral.
- O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, chamou Galípolo de "traidor", criticando sua postura técnica em vez de política.
- O governo Lula esperava que Galípolo apontasse a responsabilidade da gestão anterior no escândalo do Master.
- Internamente no BC, a postura de Galípolo é vista como correta para manter a autonomia e credibilidade da instituição.
- O caso Master envolve a aprovação da aquisição do Banco Máxima (atual Master) em 2019, durante a gestão de Campos Neto, após uma negação inicial.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gabriel Galípolo (presidente do Banco Central)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Roberto Campos Neto (ex-presidente do Banco Central)Jair Bolsonaro (ex-presidente)Pedro Uczai (líder do PT na Câmara)Flávio Bolsonaro (político)Fernando Haddad (ex-ministro da Fazenda)Guilherme Mello (diretor do BC)Edinho Silva (presidente do PT)Lindbergh Farias (deputado PT-RJ)Paulo Guedes (ex-ministro)Paulo Souza (ex-diretor do BC)Ilan Goldfajn (ex-presidente do BC)
Organizações
Banco Central (BC)PT (Partido dos Trabalhadores)Palácio do PlanaltoBanco MasterCâmara dos DeputadosCPI do Crime OrganizadoPL (Partido Liberal)BRB (Banco de Brasília)
Lugares
BrasilBrasília

