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Mulheres do Pará impulsionam bioeconomia e transformam vidas

Mulheres no sudoeste do Pará estão liderando iniciativas de bioeconomia, como produção de mel, biojoias e cerâmica, promovendo autonomia e preservação ambiental.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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20/04 às 10:01

Pontos principais

  • Mulheres em Parauapebas, Pará, lideram negócios em bioeconomia, gerando renda e realização pessoal.
  • Associações como a Filhas do Mel da Amazônia (AFMA) e Preciosidades da Amazônia destacam-se na produção de mel e biojoias.
  • O grupo Mulheres de Barro cria cerâmicas a partir de argila de sobras de construção, preservando a memória ancestral.
  • O empreendedorismo feminino na bioeconomia da Amazônia agrega valor à biodiversidade e ao conhecimento local.
  • Dados do Sebrae indicam um crescimento de 27% no número de mulheres donas de negócios no Brasil entre 2015 e 2025.

Mulheres no sudoeste do Pará estão transformando suas vidas e comunidades por meio do empreendedorismo em bioeconomia. Em Parauapebas, elas lideram negócios que envolvem a produção de mel, biojoias e cerâmicas, valorizando a cultura local e a preservação ambiental. Iniciativas como a Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA), que atua na meliponicultura, e a Associação Preciosidades da Amazônia, que transforma sementes em biojoias, exemplificam o impacto positivo na vida financeira, social e emocional dessas mulheres.

Outro destaque é o grupo Mulheres de Barro, que utiliza argila de sobras de construções para criar peças inspiradas em artefatos arqueológicos da região, preservando a memória ancestral e o meio ambiente. O Sebrae aponta um crescimento de 27% no número de mulheres donas de negócios no Brasil entre 2015 e 2025, impulsionado por maior escolarização e busca por autonomia. Apesar dos avanços, as empreendedoras ainda enfrentam desafios como acesso a crédito e sobrecarga de trabalho, necessitando de apoio para estruturar cadeias produtivas e financiamento.

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