GPA obtém liminar que impede Casino de vender ações da companhia
A Justiça de São Paulo concedeu liminar ao GPA, impedindo o Casino de vender suas ações da empresa e protegendo o patrimônio da varejista brasileira.
Pontos principais
- A Justiça de São Paulo concedeu tutela cautelar ao GPA.
- A liminar impede o antigo controlador Casino de vender suas ações do GPA.
- A decisão suspende a liquidação financeira de ações já vendidas e proíbe novas vendas.
- A medida ocorre no contexto de uma disputa arbitral iniciada em maio de 2025.
- A liminar visa barrar a venda de cerca de 22,5% das ações que o Casino ainda possui no GPA.
- O Casino é acionista da varejista brasileira desde 1999.
O GPA (PCAR3) informou que obteve uma liminar na Justiça de São Paulo que impede o Casino de vender suas ações da companhia. A decisão, proferida pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), suspende a liquidação financeira de ações já vendidas e proíbe novas vendas por parte do antigo controlador francês. A medida impacta a participação acionária do Casino na empresa brasileira, que corresponde a cerca de 22,5% das ações.
A liminar foi concedida no âmbito de uma disputa arbitral iniciada pelo GPA em maio de 2025, com o juízo entendendo haver probabilidade do direito do GPA e risco de esvaziamento patrimonial do Casino. O GPA afirmou que a decisão reforça a preservação de seus direitos no processo. O Casino, ex-controlador do GPA, é acionista da varejista brasileira desde 1999.
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