Um impasse surgiu entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Papa Leão 14, centrado na "teoria da guerra justa". Este conceito teológico e filosófico estabelece as condições sob as quais uma guerra pode ser considerada moralmente aceitável. A controvérsia foi desencadeada pela condenação do Papa Leão 14 aos ataques dos EUA e Israel ao Irã, o que gerou críticas de Trump e outros políticos republicanos, incluindo o vice-presidente JD Vance e o presidente da Câmara Mike Johnson, que questionaram o pontífice em termos teológicos.
Diante do debate, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) emitiu um raro esclarecimento sobre a doutrina da guerra justa, defendendo a posição do papa. A teoria da guerra justa, articulada por Santo Agostinho e Tomás de Aquino, visa dificultar a guerra, não facilitá-la, e exige que o mal da guerra seja menor que o mal a ser erradicado. Papas recentes, incluindo Leão 14 e seu antecessor Francisco, têm se posicionado contra as guerras, tornando cada vez mais difícil considerá-las 'justas'.
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