O PSOL entrou com uma representação no Ministério Público de São Paulo para impedir a exibição de um documentário do Brasil Paralelo gravado em uma creche municipal, cuja autorização pela prefeitura gerou revolta entre os pais.
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) com o objetivo de barrar a exibição de um documentário produzido pelo Brasil Paralelo. A gravação ocorreu em uma creche da rede municipal de São Paulo e foi autorizada pela gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
A iniciativa do PSOL, liderada pelo vereador Celso Giannazi e pelos deputados Luciene Cavalcante e Carlos Giannazi, surge após a autorização e a gravação do documentário terem provocado revolta entre os pais dos alunos da instituição de ensino.
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