Professores, pais e parlamentares protestaram em São Paulo contra o uso de uma escola municipal pela Brasil Paralelo para um filme que, segundo eles, difama a educação pública e o educador Paulo Freire.

Um ato público foi realizado na Praça Roosevelt, em São Paulo, por professores, pais de alunos e parlamentares, em protesto contra a utilização da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão pela produtora Brasil Paralelo. O motivo da controvérsia é a gravação de um filme intitulado "Pedagogia do Abandono", que, segundo os manifestantes, tem como objetivo difamar a educação pública e o legado do educador Paulo Freire.
A diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças, expressou críticas à produtora e questionou a autorização concedida pela prefeitura para a gravação, levantando preocupações sobre a intenção de "destruir a educação pública". A Spcine, por sua vez, declarou que a autorização para a filmagem seguiu um procedimento padrão, e que a responsabilidade pela verificação de aspectos legais e éticos recai sobre os próprios produtores. Mães de alunos e educadores presentes no ato manifestaram preocupação com o uso de um espaço público para fins considerados ideológicos e obscuros.
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