Os juros futuros no Brasil registraram alta, impulsionados por uma atividade econômica mais robusta do que o esperado, conforme o índice IBC-Br, e por pressões externas. Esse movimento impactou as taxas de renda fixa, com a XP oferecendo CDBs prefixados de até 14,320% ao ano e títulos de inflação de até IPCA+ 8,400%. LCAs e LCIs também apresentaram taxas atrativas, como 86% do CDI para LCIs pós-fixadas em um ano.
O cenário levou o mercado a projetar um corte mais moderado de 25 pontos-base na próxima reunião do Copom, em meio a preocupações com a inflação. Fatores externos, como a abertura total do Estreito de Ormuz, anunciada pelo Irã, e o leilão de títulos prefixados do Tesouro, também contribuíram para a volatilidade e a elevação das taxas de juros.
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