A XP detalha taxas de CDBs, LCIs e LCAs, com prefixados de CDBs atingindo 13,760% e LCAs até 11,470%, em cenário de juros futuros mistos e dados econômicos fracos.
A plataforma da XP divulgou as taxas de renda fixa para esta semana, com destaque para CDBs prefixados que podem render até 13,760% ao ano e pós-fixados a 115% do CDI. No segmento de LCAs, as taxas prefixadas alcançam 11,470% e as pós-fixadas 90% do CDI. Já as LCIs pós-fixadas pagam até 80% do CDI com vencimento em um ano e até 81,5% do CDI para prazos maiores. Títulos de inflação chegam a IPCA+8,250%.
O cenário para a renda fixa é moldado por fatores domésticos e internacionais. No Brasil, as taxas de juros futuros apresentaram comportamento misto. A ponta curta registrou queda após o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reiterar a intenção de iniciar a calibragem da Selic a partir de março, com o mercado indicando 67,5% de probabilidade de corte de 50 pontos-base. Contudo, a ponta longa da curva de juros foi pressionada pela alta dos rendimentos dos Treasuries nos EUA, impulsionada por dados fortes do mercado de trabalho americano, e por dados de inflação e preocupações fiscais no cenário doméstico. O IPCA de janeiro foi de 0,33%, elevando a inflação em 12 meses para 4,44%. Além disso, o volume de serviços no Brasil caiu 0,4% em dezembro, contrariando expectativas e reforçando a desaceleração da atividade econômica.
Apesar das incertezas fiscais e dos dados econômicos mistos, o mercado mantém a expectativa de corte da Selic em março, com investidores também monitorando dados de inflação dos EUA e as apostas para a política monetária global. Críticas sobre a trajetória fiscal brasileira, incluindo as de Mansueto Almeida, elevaram a cautela dos investidores. É importante notar que o conteúdo é patrocinado e o InfoMoney não se responsabiliza pela oferta e comercialização dos produtos.
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