No Dia Mundial da Hemofilia, a Federação Mundial da Hemofilia e a Hemobrás uniram esforços para destacar a importância do diagnóstico precoce e do acesso a tratamento para pacientes com distúrbios hemorrágicos. A federação aponta que mais de 75% das pessoas com hemofilia em todo o mundo permanecem sem diagnóstico, o que impede o acesso a cuidados básicos. Cesar Garrido, presidente da federação, convocou a comunidade global a fortalecer as capacidades diagnósticas.
A hemofilia é uma condição genética rara que compromete a coagulação sanguínea, sendo mais comum em homens devido à sua ligação com o cromossomo X. Existem dois tipos principais: A (deficiência de Fator VIII) e B (deficiência de Fator IX). Em 2024, o Brasil registrou 14.202 pessoas com a condição, sendo a maioria do tipo A. A Hemobrás, vinculada ao Ministério da Saúde, desempenha um papel crucial na soberania nacional, produzindo e distribuindo medicamentos hemoderivados através do SUS.
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