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Banco Central decreta liquidação extrajudicial da cooperativa Creditag

O Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial da Creditag, uma cooperativa de crédito, devido a grave comprometimento econômico-financeiro e alto risco aos credores.

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Foto: InfoMoney
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16/04 às 08:02 · atualizado 13:03

Pontos principais

  • O Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial da Creditag nesta quinta-feira (16).
  • A decisão foi motivada pelo grave comprometimento da situação econômico-financeira da cooperativa e alto risco aos credores quirografários.
  • A Creditag era uma cooperativa de crédito, poupança e serviços financeiros de pequeno porte, independente, fundada em 2003 em Mineiros, Goiás.
  • A cooperativa representava 0,0000226% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN) em dezembro de 2025.
  • A medida implica o encerramento das atividades da Creditag e a nomeação de um liquidante.
  • O Banco Central apurará as responsabilidades dos envolvidos e tornou indisponíveis os bens dos ex-administradores.

O Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial da Creditag, uma Cooperativa de Crédito, Poupança e Serviços Financeiros, nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026. A decisão foi tomada devido ao grave comprometimento da situação econômico-financeira da cooperativa e ao elevado risco que representava para os credores quirografários, que não tinham garantia de receber os valores devidos. A Creditag era uma cooperativa de crédito independente de pequeno porte, fundada em 2003 em Mineiros, Goiás, e representava apenas 0,0000226% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN) em dezembro de 2025.

A liquidação extrajudicial é um processo administrativo que visa encerrar as atividades de uma instituição financeira, buscando proteger os interesses dos credores e poupadores, e remover instituições inviáveis do SFN de forma organizada. A medida implica o encerramento das atividades da Creditag e a nomeação de um liquidante. O Banco Central informou que apurará as responsabilidades dos envolvidos, podendo aplicar sanções administrativas e comunicar às autoridades competentes, e tornou indisponíveis os bens dos ex-administradores para ressarcimento de eventuais prejuízos.

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