A profissão de doula foi regulamentada no Brasil na semana passada, estabelecendo um padrão para a atuação dessas profissionais em todo o território nacional e facilitando sua integração ao Sistema Único de Saúde (SUS). A nova legislação define claramente as atribuições das doulas, que incluem suporte emocional, orientação à gestante e à família durante o pré-parto, parto e pós-parto, sem, contudo, realizar procedimentos médicos ou prescrever medicamentos.
Representantes de associações como a Adosp, Fenadoulas e Adoba, além do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), veem a regulamentação como um avanço significativo para a humanização do parto. Gislene Rossini, da Adosp e Fenadoulas, ressalta que as doulas contribuem para um cuidado mais humanizado, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade no SUS. A lei também exige um curso mínimo de 120 horas para a formação das doulas, reforçando a importância da qualificação e atualização contínua.
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