O programa Artemis da NASA, que visa levar humanos de volta à Lua, enfrenta custos bilionários e propostas de cortes orçamentários, em meio à rivalidade com a China.
O programa Artemis da NASA, que busca retornar humanos à Lua, enfrenta desafios significativos relacionados aos seus custos bilionários. Cada voo das missões Artemis 1 a 4 é estimado em US$ 4,1 bilhões, e um relatório do inspetor-geral da NASA apontou um custo total de US$ 93 bilhões para o programa até 2025. Apesar dos altos valores, a exploração espacial é vista como um motor para avanços científicos e tecnológicos.
A política espacial dos EUA é influenciada por questões de orgulho nacional e segurança, especialmente diante de uma "nova corrida espacial" com a China, que também investe pesadamente em suas capacidades espaciais e planeja chegar à Lua até 2030. O presidente Trump demonstrou envolvimento direto, conversando com os quatro astronautas da cápsula Orion, parte da missão Artemis 2, e prometendo recebê-los na Casa Branca. Embora o Congresso americano tenha destinado US$ 24,4 bilhões à NASA para 2026, o governo Trump propôs cortes significativos para 2027, priorizando a exploração em detrimento da pesquisa científica e da Estação Espacial Internacional (ISS).
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