O líder cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que não renunciará devido à pressão dos Estados Unidos e defendeu um diálogo "entre iguais" com Washington.
O líder cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que não renunciará ao cargo devido à pressão exercida pelos Estados Unidos. A declaração foi feita durante sua primeira entrevista a uma emissora americana, a NBC, na quinta-feira (9). Na ocasião, Díaz-Canel defendeu a necessidade de um diálogo "entre iguais" com Washington, sinalizando uma postura de resistência às políticas americanas.
As relações entre Cuba e Estados Unidos têm sido marcadas por tensões e sanções, especialmente sob a administração Trump. A recusa de Díaz-Canel em ceder à pressão externa reforça a posição do governo cubano em manter sua soberania, ao mesmo tempo em que sugere uma abertura para negociações, desde que em termos de igualdade.
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