Um agrônomo e um empresário no Espírito Santo desenvolveram um negócio lucrativo com plantas alimentícias não convencionais (PANCs), microverdes e flores comestíveis, dobrando o faturamento em dois anos.
No Espírito Santo, o agrônomo Giliard Prúcoli e o empresário Jadiel Assunção transformaram o cultivo de plantas alimentícias não convencionais (PANCs), microverdes e flores comestíveis em um negócio de alta gastronomia. A iniciativa, que começou em Xuri, Vila Velha, conseguiu dobrar o faturamento em pouco mais de dois anos, expandindo significativamente sua estrutura de produção. Entre os itens cultivados estão capuchinha, ora-pro-nóbis, taioba, azedinha e versões em miniatura de vegetais, que são valorizados por chefs como Pedro Cardozo Thomazini por sua capacidade de adicionar sabor, acidez, amargor e toques picantes aos pratos.
A empresa se destaca não apenas pelo crescimento financeiro, mas também pelo compromisso com a sustentabilidade, utilizando práticas como o reaproveitamento de substrato e embalagens biodegradáveis. Com uma produção mensal de aproximadamente 4 mil unidades, os produtos são distribuídos tanto no Espírito Santo quanto em São Paulo, indicando um mercado em expansão para esses alimentos que oferecem valor estético e nutricional, superando o estranhamento inicial de alguns consumidores.
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