Anvisa proíbe lote de alecrim por insetos e pelos de animais
A Anvisa proibiu a venda e determinou o recolhimento de um lote de alecrim da marca Nati Sul após a detecção de insetos vivos e fragmentos de pelo de animal, visando a segurança alimentar.
Pontos principais
- A Anvisa proibiu a comercialização e determinou o recolhimento do lote 0108 de alecrim da marca Nati Sul.
- A decisão foi motivada pela presença de insetos vivos e fragmentos de pelo de animal no produto.
- Análises do Lacen-SC indicaram falhas nas condições higiênico-sanitárias e nas boas práticas de fabricação.
- O laudo apontou que o alimento estava infestado por artrópodes e continha matérias estranhas com potencial risco à saúde.
- A proibição e o recolhimento foram publicados no Diário Oficial da União para garantir a segurança dos alimentos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e determinou o recolhimento do lote 0108 de alecrim da marca Nati Sul. A medida foi tomada após análises laboratoriais identificarem a presença de insetos vivos e fragmentos de pelo de animal no produto, indicando falhas nas boas práticas de fabricação e nas condições higiênico-sanitárias. A suspensão da venda e distribuição visa garantir a segurança e a qualidade dos alimentos comercializados no Brasil.
O laudo do Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen-SC) confirmou que o alimento estava infestado por artrópodes e continha matérias estranhas, o que representa um potencial risco à saúde dos consumidores. A proibição foi oficializada por meio de publicação no Diário Oficial da União, e a fabricante MK Ervas Chás Especiarias foi questionada sobre o ocorrido.
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