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Anvisa proíbe lote de alecrim por insetos e pelos de animais

A Anvisa proibiu a venda e determinou o recolhimento de um lote de alecrim da marca Nati Sul após a detecção de insetos vivos e fragmentos de pelo de animal, visando a segurança alimentar.

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Foto: G1 - Economia
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10/04 às 12:02 · atualizado 15:07

Pontos principais

  • A Anvisa proibiu a comercialização e determinou o recolhimento do lote 0108 de alecrim da marca Nati Sul.
  • A decisão foi motivada pela presença de insetos vivos e fragmentos de pelo de animal no produto.
  • Análises do Lacen-SC indicaram falhas nas condições higiênico-sanitárias e nas boas práticas de fabricação.
  • O laudo apontou que o alimento estava infestado por artrópodes e continha matérias estranhas com potencial risco à saúde.
  • A proibição e o recolhimento foram publicados no Diário Oficial da União para garantir a segurança dos alimentos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e determinou o recolhimento do lote 0108 de alecrim da marca Nati Sul. A medida foi tomada após análises laboratoriais identificarem a presença de insetos vivos e fragmentos de pelo de animal no produto, indicando falhas nas boas práticas de fabricação e nas condições higiênico-sanitárias. A suspensão da venda e distribuição visa garantir a segurança e a qualidade dos alimentos comercializados no Brasil.

O laudo do Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen-SC) confirmou que o alimento estava infestado por artrópodes e continha matérias estranhas, o que representa um potencial risco à saúde dos consumidores. A proibição foi oficializada por meio de publicação no Diário Oficial da União, e a fabricante MK Ervas Chás Especiarias foi questionada sobre o ocorrido.

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