Entidades médicas brasileiras defendem o fim da renovação automática da CNH, argumentando que a ausência de multas não garante aptidão física e mental para dirigir.
Médicos brasileiros e entidades da categoria manifestam forte oposição à proposta de renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas considerados “bons”, ou seja, aqueles sem histórico de multas. A principal crítica reside no argumento de que a ausência de infrações de trânsito não garante a aptidão física e mental necessária para conduzir um veículo com segurança. A categoria alerta que problemas de saúde podem se desenvolver ou agravar ao longo do tempo, comprometendo a capacidade de direção, independentemente do histórico de multas.
A preocupação central dos profissionais de saúde é com a segurança viária e a prevenção de acidentes que poderiam ser causados por condições médicas não detectadas. Eles defendem a manutenção dos exames médicos e psicotécnicos periódicos como ferramentas cruciais para assegurar que apenas indivíduos plenamente aptos estejam ao volante, protegendo assim a vida de motoristas e pedestres. A renovação automática é vista como um risco à saúde pública e à segurança no trânsito.
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