Três jornalistas foram mortos por Israel em 24 horas, um em Gaza e dois no Líbano, elevando o número de profissionais de imprensa mortos na região e gerando condenação internacional.
Três jornalistas foram mortos em um período de 24 horas em operações israelenses, com um incidente em Gaza e dois no Líbano. As jornalistas libanesas Ghada Daikh, da Rádio Sawt Al-Farah, e Suzan Al-Khalil, da TV Al-Manar, foram assassinadas no Líbano. Em Gaza, Muhammad Washah, da Al-Jazeera, foi morto por um drone que atingiu seu carro. A Força de Defesa de Israel (FDI) assumiu a autoria da morte de Washah, alegando que ele promovia atividades terroristas, uma acusação veementemente refutada pela Al-Jazeera, que classificou o ato como um "crime hediondo" e denunciou uma política de perseguição a jornalistas.
Este incidente eleva para 262 o número de jornalistas assassinados em Gaza desde 7 de outubro de 2023. O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) condenou os assassinatos, afirmando que eles fazem parte de um ataque à liberdade de imprensa. Desde 2 de março, sete jornalistas foram mortos no Líbano. A situação tem gerado condenação internacional, com organizações de imprensa destacando o alto número de profissionais mortos na região.
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