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Assassinato de jornalistas atinge recorde em 2025; Israel é responsável por mais de 80 mortes

Um relatório do CPJ revela que 129 jornalistas foram assassinados em 2025, o maior número já registrado, com mais de 80 mortes atribuídas às Forças de Defesa de Israel, principalmente em Gaza.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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25/02 às 12:03

Pontos principais

  • Em 2025, 129 jornalistas foram assassinados no exercício da profissão, o maior número documentado pelo CPJ em mais de três décadas.
  • Dois terços das mortes (86) são atribuídas às Forças de Defesa de Israel, a maioria em Gaza, com vítimas palestinas.
  • Cinco países concentram 84% das mortes: Israel (86), Sudão (9), México (6), Rússia (4) e Filipinas (3).
  • A impunidade e a falha dos governos em proteger a imprensa são citadas como principais motivos para o aumento dos assassinatos.
  • O relatório destaca que conflitos armados e o uso de drones contribuíram para o recorde de mortes.

O ano de 2025 marcou um recorde sombrio para a liberdade de imprensa, com 129 jornalistas assassinados no exercício da profissão, segundo um relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Este é o maior número já documentado pela organização em mais de três décadas, evidenciando um cenário de crescente perigo para os profissionais da mídia em todo o mundo. A maior parte dessas mortes, 86, é atribuída às Forças de Defesa de Israel, predominantemente em Gaza, onde jornalistas palestinos foram as principais vítimas.

O relatório aponta que a impunidade e a falha dos governos em proteger a imprensa são fatores cruciais para o aumento dos assassinatos. Além de Israel, Sudão, México, Rússia e Filipinas concentram 84% das mortes. O CPJ alerta que os assassinatos de jornalistas violam o direito internacional humanitário, que os considera civis e não alvos deliberados, ressaltando a urgência de medidas para garantir a segurança e a proteção desses profissionais.

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