Um novo estudo de economistas, incluindo um indicado ao Banco Central, reacendeu o debate sobre as causas do juro real persistentemente alto no Brasil.
Um novo estudo de economistas reacendeu o debate sobre as causas do juro real persistentemente alto no Brasil. A pesquisa, co-escrita por Tiago Cavalcanti, indicado para uma diretoria do Banco Central, e Carlos Eduardo Soares Gonçalves, do Fundo Monetário Internacional (FMI), adiciona novas perspectivas à discussão. O trabalho busca aprofundar a compreensão sobre as razões que levam o país a manter um patamar de juros reais considerado atipicamente elevado.
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