A diferença nos preços da carne bovina e suína alcançou o maior nível em quatro anos em março de 2026, impulsionada pela alta demanda internacional por carne bovina e queda na suína.
A diferença nos preços entre a carne bovina e a suína atingiu o maior patamar em quatro anos em março de 2026, chegando a R$ 14,26 por quilo, conforme análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP. Enquanto a carne bovina viu seus preços subirem devido à baixa oferta para abate e à forte demanda internacional, a carne suína registrou quedas de quase 3% nas cotações no mesmo período, influenciada pela baixa liquidez durante a Quaresma e menor procura da indústria.
As exportações de carne bovina in natura tiveram um aumento significativo, crescendo 19,7% de janeiro a março de 2026 em comparação com o ano anterior. O preço médio da tonelada exportada em março foi de US$ 5.814,80, um aumento de 18,7% frente a março de 2025. Para os exportadores de carne suína, o conflito no Oriente Médio adiciona uma camada de preocupação, com potenciais fechamentos de canais de escoamento e aumento nos custos de frete.
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