As exportações brasileiras de proteína mantiveram ritmo de crescimento no primeiro trimestre de 2026, impulsionadas por carne bovina e suína, apesar de um leve recuo em março.
As exportações brasileiras de proteína mantiveram um ritmo de crescimento no primeiro trimestre de 2026, seguindo a tendência de 2025. O desempenho foi impulsionado por um forte aumento na carne bovina (+20%), frango (+5%) e suína (+15%). O Bank of America destaca o Brasil como um importante mercado de origem em um cenário global de oferta e demanda restrito, o que reforça a posição do país no mercado internacional.
Apesar do crescimento geral, houve um leve recuo nas exportações totais em março, influenciado pela queda nas vendas para os Estados Unidos e a China. No entanto, a carne suína alcançou um recorde de exportação no mesmo período. A demanda chinesa é um fator crucial para os preços do gado no Brasil, e a expectativa é que a cota anual de exportação para a China seja preenchida até meados de 2026. Analistas do BBI observam alívio nas margens de carne bovina nos EUA, mas pressão no setor de aves. A JBS é apontada como a principal escolha no setor devido à sua diversificação e valuation descontado, com o Itaú BBA também otimista em relação à JBS e Minerva.
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