O ativista brasileiro Thiago Ávila foi impedido de entrar na Argentina e deportado, por ordem do governo Milei, ao desembarcar em Buenos Aires para participar de atividades de apoio à causa palestina.
O ativista brasileiro Thiago Ávila foi detido e impedido de entrar na Argentina ao desembarcar em Buenos Aires com sua família. A deportação, que teria sido uma ordem do "alto escalão do governo argentino", liderado pelo presidente Javier Milei, ocorreu enquanto Ávila se dirigia para participar de atividades da Global Sumud Flotilla, uma iniciativa que busca levar apoio a comunidades vítimas de violações internacionais, com foco na Faixa de Gaza.
Ávila foi separado da família e, segundo a Global Sumud Flotilla Brasil, policiais afirmaram que ele não era bem-vindo no país. O presidente Javier Milei é conhecido por sua defesa de Israel e apoio à guerra em Gaza. Após negociações, Ávila conseguiu seguir para Barcelona, conforme sua viagem já planejada. No ano anterior, o ativista e outros foram capturados por forças israelenses ao tentar entregar ajuda humanitária em Gaza.
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