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Analistas mantêm compra da Vivara, mas reduzem preço-alvo

Analistas da XP Investimentos e Itaú BBA mantiveram a recomendação de compra para as ações da Vivara (VIVA3), mas ajustaram o preço-alvo para baixo devido à alta dos preços do ouro e da prata.

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Foto: InfoMoney
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09/04 às 12:08

Pontos principais

  • A Vivara (VIVA3) enfrenta pressão nas margens de lucro devido à valorização do ouro e da prata, impulsionada por tensões geopolíticas.
  • Analistas acreditam na capacidade da empresa de mitigar custos através de reajustes de preços e otimização de produtos.
  • A fábrica própria da Vivara permite agilidade no desenvolvimento e ajuste de produtos, além de potencial internalização da produção.
  • XP Investimentos e Itaú BBA reduziram o preço-alvo para R$ 38,0 e R$ 36,0, respectivamente, mantendo a recomendação de compra.
  • A Vivara é considerada a principal recomendação do setor pela XP Investimentos.

A Vivara (VIVA3) tem enfrentado desafios com a forte alta nos preços do ouro e da prata, commodities essenciais para seus produtos, impulsionada por tensões geopolíticas globais. Apesar da pressão sobre as margens de lucro, analistas da XP Investimentos e Itaú BBA mantiveram a recomendação de compra para as ações da joalheria, destacando a resiliência da empresa.

As instituições financeiras reduziram o preço-alvo para R$ 38,0 (XP) e R$ 36,0 (Itaú BBA), mas confiam na capacidade da Vivara de mitigar o impacto dos custos. Estratégias como reajustes seletivos de preços, otimização do peso dos produtos e a agilidade proporcionada por sua fábrica própria são vistas como fatores-chave para a empresa superar o cenário adverso. A Vivara é considerada a principal recomendação do setor pela XP Investimentos, com expectativas positivas para a normalização de estoques e geração de fluxo de caixa livre em 2026.

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