Goldman Sachs reitera compra da Vale (VALE3) com potencial de alta de 6%
O Goldman Sachs mantém a recomendação de compra para as ações da Vale (VALE3), projetando um potencial de valorização de 6% impulsionado por seis fatores, apesar da previsão de correção no preço do minério de ferro.
Pontos principais
- Goldman Sachs atualizou seu modelo para a Vale após o relatório de produção do 4T25, projetando um Ebitda de US$ 4,6 bilhões para o período.
- Seis fatores podem sustentar a alta das ações da Vale, incluindo fluxos positivos para o Brasil, alocação de capital clara e sólido desempenho operacional.
- O banco reitera a recomendação de compra para a Vale, com preço-alvo de US$ 18 para o ADR, indicando um potencial de alta de 6%.
- A Vale possui uma estratégia sólida para equilibrar seu portfólio de minério de ferro e crescer no setor de cobre, com avaliação atrativa.
- O principal risco apontado é a previsão do Goldman Sachs de uma correção de 9% nos preços do minério de ferro até o final de 2026.
O Goldman Sachs reiterou sua recomendação de compra para as ações da Vale (VALE3), projetando um potencial de alta de 6% para o ADR, com preço-alvo de US$ 18. A análise do banco, atualizada após o relatório de produção do 4T25, prevê um Ebitda de US$ 4,6 bilhões para o período, superando o consenso de mercado. A valorização é sustentada por seis fatores, como fluxos positivos para o Brasil, uma alocação de capital clara e um sólido desempenho operacional, que já impulsionaram as ações da mineradora.
Apesar da perspectiva positiva, o Goldman Sachs aponta um risco principal: a previsão de uma correção de 9% nos preços do minério de ferro até o final de 2026. No entanto, a Vale é vista com uma estratégia robusta para equilibrar seu portfólio de minério de ferro e expandir no setor de cobre, mantendo uma avaliação atrativa em comparação com seus pares de mercado.
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