Fim da escala 6x1 pode afetar obras públicas e finanças municipais
O fim da escala de trabalho 6x1 pode gerar aumento de custos para municípios e impactar obras públicas, segundo prefeitos.
Pontos principais
- Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre, alerta para o impacto do fim da escala 6x1 nas finanças municipais.
- A mudança na jornada de trabalho pode elevar custos com mão de obra terceirizada, essencial em obras públicas.
- Empresas contratadas devem repassar os custos adicionais aos municípios, desequilibrando orçamentos.
- Há risco de desarranjo nas contas públicas, afetando serviços como o SUS e o pagamento de servidores.
O fim da escala de trabalho 6x1, que altera a jornada de funcionários, pode gerar um aumento significativo nos custos para os municípios e comprometer a execução de obras públicas. O alerta foi feito por Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre e presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos, que expressou preocupação com os impactos financeiros da medida.
A mão de obra terceirizada, que representa cerca de 50% do custo de obras essenciais como redes de esgoto e pavimentação, será diretamente afetada. Com a mudança, as empresas contratadas deverão repassar os custos adicionais aos municípios, o que pode desequilibrar orçamentos anuais e atrasar a entrega de projetos. Melo também alertou para o risco de desarranjo nas contas públicas, com possíveis consequências para serviços como o SUS e o pagamento de servidores.
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