A tramitação da proposta que visa o fim da escala de trabalho 6x1 na Câmara dos Deputados tem gerado preocupações entre economistas sobre a sustentabilidade do crescimento brasileiro. Especialistas argumentam que, sem um aumento prévio na produtividade, a redução da jornada de trabalho mantendo os salários atuais pode elevar significativamente os custos operacionais das empresas. Esse cenário, segundo analistas, poderia pressionar o PIB e dificultar a política monetária do Banco Central, uma vez que a queda no produto potencial tende a gerar pressões inflacionárias.
Além dos impactos macroeconômicos, há o receio de que a mudança legislativa anule avanços obtidos com a reforma trabalhista de 2017, empurrando parte da força de trabalho para a informalidade. A análise aponta que, diante da estagnação produtiva observada no Brasil na última década, a imposição de uma jornada menor via lei pode comprometer a competitividade do mercado nacional.
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