Augusto Cury propõe drones com IA contra feminicídio e reforma do STF
O pré-candidato à Presidência Augusto Cury, do Avante, apresentou propostas que incluem o uso de drones com inteligência artificial para combater o feminicídio e a reforma do Supremo Tribunal Federal (STF).
Pontos principais
- Augusto Cury, pré-candidato à Presidência pelo Avante, propõe o uso de drones com IA e sirene para combater o feminicídio, ativados por um 'botão de pânico' em aplicativo.
- Os drones chegariam ao local antes das viaturas, registrariam imagens e dissuadiriam agressores, visando tornar o Brasil pioneiro na proteção de mulheres com essa tecnologia.
- Cury defende a reforma do STF para que os cargos de ministros deixem de ser vitalícios e passem a ter mandatos de oito a dez anos.
- Ele também propõe acompanhamento psicológico anual e gratuito pelo SUS para crianças vítimas de abuso sexual menores de 12 anos.
- Outras propostas incluem a criação de 10 mil clubes de empreendedorismo, qualificação policial e programas de redução da insegurança alimentar.
O pré-candidato à Presidência Augusto Cury, filiado ao Avante, detalhou suas propostas para o Brasil, com destaque para o combate ao feminicídio e a reforma do Supremo Tribunal Federal (STF). Para enfrentar a violência contra a mulher, Cury sugere a implementação de drones equipados com inteligência artificial e sirenes, que seriam acionados por um 'botão de pânico' em um aplicativo. A ideia é que esses drones cheguem rapidamente ao local da ocorrência, registrem imagens e atuem na dissuasão de agressores, posicionando o Brasil como pioneiro no uso dessa tecnologia para a proteção feminina.
Além disso, Cury defende uma reforma no STF, propondo que os mandatos dos ministros deixem de ser vitalícios e passem a ter duração de oito a dez anos. Ele também sugere que a composição da Corte seja mais plural, incluindo membros da magistratura, Ministério Público e advogados, com o objetivo de reduzir a intervenção política. Outras propostas incluem acompanhamento psicológico gratuito e anual pelo SUS para crianças vítimas de abuso sexual menores de 12 anos, a criação de clubes de empreendedorismo e programas para qualificação policial e redução da insegurança alimentar.
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