Avante anuncia pré-candidatura de Augusto Cury à Presidência em 2026
O partido Avante oficializou a pré-candidatura do escritor e psiquiatra Augusto Cury à Presidência da República para 2026, com foco em educação e equilíbrio emocional.
Pontos principais
- O Avante anunciou a pré-candidatura de Augusto Cury à Presidência da República para as eleições de 2026.
- Cury, psiquiatra e escritor, filiou-se ao Avante e fez o anúncio ao lado do presidente nacional do partido, Luís Tibé.
- Ele afirmou que seu objetivo é construir um "Brasil dos sonhos", sem buscar o poder por si só, e focando em gestão humanizada.
- Entre suas propostas estão a criação de clubes de empreendedorismo, qualificação de policiais e uma "reengenharia das escolas".
- A oficialização das candidaturas ocorrerá somente em agosto de 2026, após as convenções partidárias e registro no TSE.
O partido Avante oficializou a pré-candidatura do escritor e psiquiatra Augusto Cury à Presidência da República para as eleições de 2026. Cury, conhecido por suas obras sobre inteligência emocional e autoajuda, filiou-se ao Avante e fez o anúncio nas redes sociais, ao lado do presidente nacional do partido, Luís Tibé. Ele afirmou que seu objetivo é construir um "Brasil dos sonhos", enfatizando que sua candidatura é um projeto coletivo e não busca o poder por si só, mas sim contribuir para o país com foco em educação, gestão humanizada e equilíbrio emocional.
Entre as propostas de Cury estão a criação de 10 mil clubes de empreendedorismo, a qualificação de policiais, programas para reduzir a insegurança alimentar e uma "reengenharia das escolas". Ele também criticou a "radicalização agressiva" e já havia expressado anteriormente não ter interesse pessoal na disputa, alertando sobre os perigos do poder e da fama. A oficialização de sua candidatura, como a dos demais pré-candidatos, ocorrerá somente em agosto de 2026, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Outros nomes já mencionados como pré-candidatos incluem Ronaldo Caiado (PSD), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (Democracia Cristã).
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