A reforma da mansão de João Adibe, presidente da Cimed, está embargada e é alvo de uma disputa judicial em São Paulo, expondo os limites de construção em bairros-jardim.
A reforma da mansão de João Adibe, presidente da Cimed, no bairro Jardim América, em São Paulo, encontra-se embargada e é alvo de uma disputa judicial. A obra é questionada pela Associação de Moradores dos Jardins e por seu vizinho André Schwartz, que alegam que a intervenção se tornou muito mais ampla do que o projeto aprovado inicialmente, descaracterizando a construção original. Entre as irregularidades apontadas estão alterações no terreno, movimentação de terra e supressão de vegetação, além de possíveis descumprimentos de parâmetros urbanísticos.
João Adibe recusou um acordo penal de R$ 81 milhões proposto pelo Ministério Público de São Paulo, o que mantém a investigação por desobediência em andamento. O caso evidencia os desafios e limites para construções em bairros-jardim da capital paulista, que possuem regras de uso e ocupação do solo mais restritivas e onde a atuação de associações de moradores é fundamental para a fiscalização.
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