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Rede global monitora variante BA.3.2 da Covid-19 em 23 países

A Rede Global de Vírus (GVN) e a OMS monitoram a variante BA.3.2 da Covid-19, presente em 23 países, que possui maior escape imunológico, mas sem evidências de maior gravidade.

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Foto: InfoMoney
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07/04 às 14:02 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • A variante BA.3.2, apelidada de "Cicada", é monitorada pela Rede Global de Vírus (GVN) e pela OMS.
  • A cepa, descendente da Ômicron, possui maior capacidade de escape imunológico devido a mutações na proteína Spike.
  • Identificada na África do Sul em novembro de 2024, a BA.3.2 aumentou a circulação na Europa a partir de setembro de 2025.
  • A variante já foi detectada em 23 países, incluindo os EUA, mas ainda não no Brasil.
  • Apesar das mutações, não há evidências de que a BA.3.2 cause quadros mais graves ou aumento descontrolado de transmissões.
  • Especialistas recomendam a atualização anual das vacinas e reforços para grupos prioritários, como idosos.

A Rede Global de Vírus (GVN) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estão monitorando a nova variante da Covid-19, BA.3.2, informalmente conhecida como "Cicada". Esta cepa, descendente da Ômicron, apresenta maior capacidade de driblar o sistema imunológico devido a mutações na proteína Spike, e foi identificada pela primeira vez na África do Sul em novembro de 2024, com aumento de circulação na Europa a partir de setembro de 2025. Atualmente, a BA.3.2 já foi detectada em 23 nações, incluindo os Estados Unidos, mas ainda não há notificações de sua presença no Brasil.

Apesar das 70 a 75 mutações na proteína Spike, não há evidências de que a BA.3.2 cause quadros mais graves da doença ou um aumento descontrolado de transmissões. A OMS e virologistas afirmam que, embora o perfil de escape imune exija monitoramento contínuo, não há sinais de aumento de hospitalizações ou óbitos atribuíveis a esta variante. Especialistas recomendam a atualização anual das vacinas, similar ao modelo da gripe, e enfatizam a necessidade de reforços vacinais, especialmente para idosos e pessoas com doenças crônicas, além de medidas como higiene das mãos e evitar ambientes lotados.

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