A subvariante BA.3.2 do coronavírus, conhecida como "Cicada", foi identificada em 23 países e é monitorada por cientistas devido ao alto número de mutações na proteína Spike.
A subvariante BA.3.2 do coronavírus, conhecida como "Cicada", foi detectada em 23 países e está sob monitoramento global por cientistas. Identificada inicialmente na África do Sul em novembro de 2024, a linhagem ganhou atenção internacional em 2025. A "Cicada" é uma sublinhagem da variante Ômicron e possui entre 70 e 75 mutações na proteína Spike, o que levanta preocupações sobre um possível maior escape de anticorpos.
Embora a "Cicada" demonstre uma maior capacidade de transmissão, representando cerca de 30% das sequências em alguns países europeus no final de 2025 e início de 2026, não há evidências de que cause maior gravidade da doença ou aumento nas hospitalizações. Os sintomas observados são semelhantes aos da Ômicron, incluindo febre, dor de garganta, tosse, coriza e cansaço.
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