Um prestador de serviços da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi morto em Gaza, levando à suspensão das transferências médicas de pacientes para o Egito.
Um prestador de serviços da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi morto em Gaza, conforme confirmado pelo diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus. O incidente resultou na suspensão imediata das transferências médicas de pacientes de Gaza para o Egito, que ocorriam via Rafah, agravando a crise humanitária na região. Dois outros funcionários da OMS estavam presentes no local do ocorrido, mas não sofreram ferimentos.
Em resposta ao ataque, a OMS reiterou seu apelo pela proteção de civis e trabalhadores humanitários, enfatizando que a paz é fundamental para a saúde. O diretor-geral da organização já havia expressado preocupação com ataques a sistemas de saúde em outras áreas de conflito, citando incidentes recentes no Líbano, que causaram mortes e feridos, e um bombardeio no Hospital de Ensino El-Daein, no Sudão, que resultou em 64 mortes.
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