OMS confirma morte de 14 profissionais de saúde em ataques no Líbano
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou a morte de 14 profissionais de saúde em ataques a centros de saúde no sul do Líbano, em meio à escalada de conflitos entre Israel e o Hezbollah.
Pontos principais
- 12 médicos, paramédicos e enfermeiros morreram em um ataque ao centro de saúde de Bourj Qalaouiyeh.
- Outros dois paramédicos foram mortos em um ataque anterior a uma unidade de saúde em Al Sowana.
- Os ataques ocorreram em um período de 24 horas, totalizando 14 mortes de profissionais de saúde.
- A região tem sido palco de intensos bombardeios entre Israel e o Hezbollah.
- O governo libanês registrou 773 mortes e 800 mil pessoas deslocadas devido aos ataques israelenses.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou a morte de 14 profissionais de saúde em ataques a centros de saúde no sul do Líbano. Doze médicos, paramédicos e enfermeiros foram mortos em um ataque ao centro de saúde de Bourj Qalaouiyeh, enquanto outros dois paramédicos perderam a vida em um ataque anterior a uma unidade de saúde em Al Sowana. As mortes ocorreram em um período de 24 horas, intensificando a crise humanitária na região.
Os incidentes acontecem em meio à escalada de tensões e bombardeios entre Israel e o Hezbollah. Israel tem realizado uma ampla campanha de ataques aéreos contra alvos do Hezbollah em território libanês, com mais de 500 ataques confirmados. O governo libanês reporta 773 mortes, incluindo mais de 100 crianças, e cerca de 800 mil pessoas deslocadas devido aos conflitos, com 126 mil delas em abrigos coletivos.
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