Patrimônio imobiliário de Moraes e esposa cresce 266% desde 2017
O ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, aumentaram seu patrimônio imobiliário em R$ 23,4 milhões desde 2021, totalizando R$ 31,5 milhões em 17 imóveis.
Pontos principais
- O patrimônio imobiliário do casal Alexandre de Moraes e Viviane Barci cresceu 266% desde março de 2017, atingindo R$ 31,5 milhões em 17 imóveis.
- Desde 2021, o casal investiu R$ 23,4 milhões em imóveis, o que representa 67% de seus investimentos imobiliários em quase 30 anos.
- A maioria das transações imobiliárias foi realizada por meio da Lex Instituto de Estudos Jurídicos, administrada por Viviane e seus filhos.
- O escritório de advocacia de Viviane, Barci de Moraes, aumentou sua atuação em instâncias superiores, passando de 27 para 152 casos desde a nomeação de Moraes ao STF.
- O escritório de Viviane manteve um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master para prestação de serviços entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, período em que realizaram 94 reuniões e 36 pareceres jurídicos.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci, registraram um aumento de 266% em seu patrimônio imobiliário desde março de 2017, totalizando R$ 31,5 milhões em 17 imóveis. Um levantamento do jornal Estadão, baseado em contratos de compra registrados em cartório, aponta que o casal possuía 12 imóveis avaliados em R$ 8,6 milhões quando Moraes foi indicado ao STF.
Desde 2021, o casal desembolsou R$ 23,4 milhões em imóveis, o que corresponde a 67% de todos os investimentos imobiliários realizados em quase 30 anos. A maior parte dessas transações foi efetuada através da Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa administrada por Viviane e seus filhos. O escritório de advocacia de Viviane, Barci de Moraes, também expandiu sua atuação em instâncias superiores, passando de 27 para 152 casos desde que Moraes se tornou ministro. O escritório manteve um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master para prestação de serviços, afirmando em nota que nunca conduziu causas para o banco no STF.
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