O Paquistão propôs um plano de cessar-fogo imediato entre Estados Unidos e Irã, denominado Acordo de Islamabad, com o objetivo de evitar a escalada do conflito na região. A proposta previa uma trégua imediata de 45 dias seguida por negociações para um acordo definitivo, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz. Autoridades paquistanesas, como o chefe do Exército Asim Munir, têm mantido contato com representantes de ambos os lados, incluindo o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o chanceler iraniano, Abbas Araqchi.
No entanto, tanto o Irã quanto os EUA rejeitaram a proposta de cessar-fogo temporário de 45 dias. O porta-voz iraniano, Esmaeil Baqaei, afirmou que Teerã busca o encerramento definitivo do conflito, não uma trégua provisória, e descartou a capacidade de organismos internacionais de oferecer garantias, enviando uma contraproposta que visa negociar o fim definitivo do conflito para evitar que adversários reorganizem ataques. Paralelamente, a Casa Branca minimizou a proposta paquistanesa, com um assessor sênior indicando que é apenas "uma das várias ideias em discussão" e que o presidente Donald Trump ainda não a aprovou.
Donald Trump considerou a resposta iraniana um avanço, mas insuficiente, e estabeleceu um prazo final para a reabertura do Estreito de Ormuz.
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