Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, emitiu um alerta sobre o mercado de crédito privado, afirmando que as perdas serão maiores do que o esperado à medida que o ciclo de crédito se deteriorar. Ele apontou o enfraquecimento dos padrões de crédito, premissas otimistas e o crescente uso do mecanismo Payment-in-Kind (PIK) como fatores de risco. Embora o mercado de crédito privado, avaliado em US$ 1,8 trilhão, não represente um risco sistêmico, a falta de transparência aumenta a probabilidade de resgates em massa, um cenário que já se manifesta com a Blue Owl limitando saques de fundos.
Além das preocupações com o crédito, Dimon também destacou os riscos geopolíticos, como a guerra no Irã, que podem gerar choques nos preços de petróleo e commodities, mantendo a inflação elevada. Apesar desses desafios, a economia americana é vista como resiliente, impulsionada por estímulos fiscais e gastos governamentais, incluindo o plano fiscal do presidente Trump e investimentos em inteligência artificial. O CEO também criticou as regras de capital propostas pelos reguladores bancários dos EUA, classificando-as como "muito falhas" e "antiamericanas".
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