Geógrafo brasileiro explora Irã e Estreito de Ormuz
O geógrafo brasileiro Jorge Mortean compartilha suas experiências e conhecimentos sobre o Irã e o Estreito de Ormuz, após viver três anos em Teerã e explorar a região.
Pontos principais
- Jorge Mortean viveu em Teerã de 2009 a 2012, onde fez mestrado na Academia Diplomática Iraniana.
- Ele acumulou seis anos de pesquisa sobre o Irã, culminando na implantação da área de Estudos Iranianos na USP.
- Mortean destaca a importância estratégica do Estreito de Ormuz, por onde escoam 20% da produção petrolífera global.
- O geógrafo visitou a província de Bushehr, mencionada por Donald Trump como possível alvo em caso de bloqueio do Estreito de Ormuz.
- Ele explorou as ilhas de Ormuz e Qeshm, conhecendo fortalezas portuguesas e a cultura local.
O geógrafo brasileiro Jorge Mortean, que viveu três anos em Teerã entre 2009 e 2012, compartilha suas experiências e conhecimentos sobre o Irã e a importância geopolítica do Estreito de Ormuz. Mortean, que também implementou a área de Estudos Iranianos na USP, percorreu o litoral do Golfo Pérsico e visitou a província de Bushehr, mencionada pelo presidente Donald Trump como um possível alvo em caso de bloqueio do estreito. Ele destaca que o Estreito de Ormuz é uma rota crucial, por onde passa 20% da produção global de petróleo.
Durante sua estadia, Mortean explorou a diversidade climática do Irã e visitou as ilhas de Ormuz e Qeshm, onde encontrou fortalezas portuguesas e casamatas escavadas na rocha. Ele relata a emoção de encontrar inscrições em português arcaico em uma capela na Ilha de Ormuz, refletindo sobre o imperialismo português na região.
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