Funcionários do BRB, em depoimentos à Polícia Federal, indicaram indícios de fraude intencional na compra de carteiras de crédito do Banco Master e apontaram que o ex-diretor Dario Oswaldo de Garcia Junior ignorou critérios de compliance.
Funcionários do Banco de Brasília (BRB) reforçaram à Polícia Federal a tese de fraude intencional na compra de carteiras de crédito do Banco Master. Em depoimentos como testemunhas, eles indicaram que problemas na operação já haviam sido identificados internamente e que o então diretor de Finanças e Controladoria, Dario Oswaldo de Garcia Junior, ignorou critérios de compliance e segurança interna. Dario, que já foi afastado do cargo por ordem judicial em novembro do ano anterior sob suspeita de gestão fraudulenta e associação criminosa, alegou desconhecimento sobre os detalhes da operação de R$ 12 bilhões e o volume de créditos problemáticos.
O caso levou o BRB a não divulgar seu balanço de 2025 no prazo e resultou em uma troca completa na diretoria. O juiz Ricardo Leite apontou que nem Dario nem o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, conseguiram comprovar a validade das carteiras de crédito adquiridas.
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