Justiça dos EUA: UCLA usou raça ilegalmente em admissões
O Departamento de Justiça dos EUA concluiu que a faculdade de medicina da UCLA considerou ilegalmente a raça em seus processos de admissão, intensificando o escrutínio da administração Trump sobre universidades.
Pontos principais
- O Departamento de Justiça dos EUA constatou que a faculdade de medicina da UCLA utilizou raça de forma ilegal nas admissões.
- A descoberta ocorre em meio a um aumento do escrutínio da administração Trump sobre os processos de seleção de estudantes em faculdades.
- A UCLA afirma que suas admissões são baseadas no mérito e cumprem as leis estaduais e federais.
- A questão intensifica o impasse entre a administração Trump e a UCLA.
O Departamento de Justiça dos EUA concluiu que a faculdade de medicina da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) considerou ilegalmente a raça em seus processos de admissão. A constatação surge em um período de crescente escrutínio da administração Trump sobre as políticas de seleção de estudantes em instituições de ensino superior.
A UCLA, por sua vez, defende que seus procedimentos de admissão são baseados no mérito e estão em conformidade com as leis estaduais e federais. Este desenvolvimento aprofunda o impasse entre a administração Trump e a UCLA, que já enfrentava alegações de assédio antissemita em seu campus principal.
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