A Argentina expulsou o principal representante diplomático do Irã, Mohsen Soltani Tehrani, intensificando a crise entre os dois países. A decisão ocorre após o governo de Javier Milei classificar o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica como organização terrorista, alinhando-se com a postura dos Estados Unidos e Israel. O Irã reagiu, classificando a medida argentina como um erro estratégico e uma afronta.
As relações bilaterais já eram marcadas por atritos desde os atentados à Embaixada de Israel em 1992 e à AMIA em 1994, em Buenos Aires. A nomeação de Ahmad Vahidi, acusado de envolvimento nos atentados, como comandante da Guarda Revolucionária, também contribuiu para a escalada da tensão.
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