Argentina expulsa diplomata iraniano e aprofunda crise bilateral
A Argentina expulsou o principal diplomata iraniano, Mohsen Soltani Tehrani, escalando a crise após classificar a Guarda Revolucionária Islâmica como terrorista.
Pontos principais
- O principal diplomata do Irã na Argentina, Mohsen Soltani Tehrani, foi declarado persona non grata e deixou o país.
- A expulsão aprofunda a crise diplomática entre Argentina e Irã, já tensa por atritos históricos.
- A Argentina incluiu o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica em sua lista de organizações terroristas.
- O governo iraniano classificou a decisão argentina como um erro estratégico e uma afronta.
- O presidente Javier Milei tem alinhado a Argentina com os EUA e Israel, declarando o Irã como inimigo.
A Argentina expulsou o principal representante diplomático do Irã, Mohsen Soltani Tehrani, intensificando a crise entre os dois países. A decisão ocorre após o governo de Javier Milei classificar o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica como organização terrorista, alinhando-se com a postura dos Estados Unidos e Israel. O Irã reagiu, classificando a medida argentina como um erro estratégico e uma afronta.
As relações bilaterais já eram marcadas por atritos desde os atentados à Embaixada de Israel em 1992 e à AMIA em 1994, em Buenos Aires. A nomeação de Ahmad Vahidi, acusado de envolvimento nos atentados, como comandante da Guarda Revolucionária, também contribuiu para a escalada da tensão.
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